A luta contra a Lei da Mordaça em Campo Grande não para!

Mell Pecóis

 mordjlleDesde a aprovação do PL 8.242, que visava colar cartazes nas salas de aula em todas as escolas municipais para coagir os professores a não falarem de política, gênero e religião em salas de aula, houve uma grande mobilização de vários movimentos sociais e partidos que se posicionaram e se organizaram contra esse retrocesso. A Liberdade e Luta sempre apoiou integralmente essa luta,  em manifestações de rua, com a moção de repúdio que será conduzida até o Congresso Nacional, com a difusão de um abaixo assinado e com uma campanha nacional de mobilização e discussão sobre a gravidade dessa lei nas redes sociais, escolas, universidades e nos sindicatos de professores.

Vitória dos secundaristas do Rio Grande do Sul

Bruna Reis

escrsForam 200 escolas ocupadas no estado. Nessa guerra de forças entre estudantes e Sartori, a juventude hoje sai vitoriosa. Mesmo com a forte repressão do governo, por meio das Brigadas Militares, na ocupação da Assembleia Legislativa, os estudantes se mantiveram firmes na luta e arrancaram um compromisso: o projeto que queria privatizar a educação pública não será mais votado esse ano, as escolas vão receber verbas para obras, merenda e professores.

Estudantes da PUC Campinas debatem a Lei da Mordaça

Liberdade e Luta

campEstudantes realizaram uma roda de conversa na PUC Campinas na última terça (14) para debater a Lei da Mordaça (veja mais fotos).

Cris Borges, militante da Liberdade e Luta em Itatiba, cidade próxima a Campinas, participou da conversa, apresentou a Liberdade e Luta para os estudantes e explicou a campanha contra a Lei da Mordaça. "Nossa construção a partir do abaixo assinado e também desses debates é mostrar que não nos calaremos diante desse projeto de lei que veio para calar de fato a transformação da nossa consciência na base que é principalmente a educação primária", relatou Cris.

Nota da Liberdade e Luta de repúdio à chacina em Orlando

Evelyn Gonzalez e Luís Tenorio

orlNo último domingo, 12 de Junho, o mundo ficou diante de mais uma barbárie. Ao menos 50 pessoas foram assassinadas e 53 ainda estão feridas na chacina ocorrida em uma casa noturna gay em Orlando, EUA. 

O atirador foi reconhecido como Omar Seddique Mateen, 29, morto em seguida pelos policiais e, apesar de ser norte-americano, ele possuia origem afeganistã. Fontes apontam que se trata de um “ato terrorista” e atribuem ao rapaz, ligação com o ISIS (Estado Islâmico) e por conta disso, Obama vai reforçar a ofensiva contra o ‘terrorismo’ – ou seja, abre-se um pretexto para investir em mais armamentos, consequentemente lucrar com a indústria armamentista em cima da guerra que está acontecendo na Síria e região. Além de possíveis leis de restrição das liberdades, como o Estado de Emergência na França, decretado após os atentados terroristas em Paris, e que atacam os direitos de organização e manifestação. 

Violência contra mulher: um mal a ser combatido na sociedade

Liberdade e Luta – Núcleo Itatiba/SP

mulherCamila Daiane Naves, uma jovem de 17 anos lembrada pelos amigos como uma pessoa gentil e sorridente, teve sua vida interrompida pelo ex-namorado, um rapaz de 20 anos. O crime aconteceu  no dia 06 de junho, em Itatiba-SP e chocou todos os habitantes da cidade. 

O suspeito, que estava foragido, se entregou para polícia no dia 8. Em seu depoimento, o jovem disse que havia cometido o crime porque não se conformou com o fim do namoro. No laudo do IML, a causa da morte se confirma como estrangulamento e traumatismo craniano. A família do rapaz disse que ele teria ficado seis dias, antes de cometer o crime, trancado no quarto. Declaram que andava estranho nos últimos dias.  Na página do Facebook do jovem, há alguns posts ofensivos às mulheres.

10 de junho: Lutar contra os ataques. Fora Temer e o Congresso Nacional!

Liberdade e Luta

fore tO governo Temer surgiu com o propósito de aprofundar os ataques contra a maioria da população. Entre as principais medidas que atingem a juventude estão os cortes na saúde e educação, a exploração sem limites dos terceirizados, a repressão que a “Lei da Mordaça” prevê. As reformas na previdência e a destruição das leis trabalhistas vão desestruturar as famílias e obrigar os jovens a procurar trabalho mais cedo, no momento em que o desemprego entre os que têm menos de 25 anos já atinge mais de 30%.

Luta contra a Lei da Mordaça na Câmara de Joinville/SC

Kályta Morgana

leimordA Liberdade e Luta, junto com professores, estudantes e líderes de movimentos sociais, lotaram nessa terça-feira (7/6) a Câmara de Vereadores de Joinville, que discutia a Lei da Mordaça, proposta no município pela vereadora Pastora Leia, sob o número 221/2014.

Sabemos que esse projeto fere a liberdade de ensino, aprendizagem e expressão no ambiente escolar, trazendo conceitos etéreos como a “neutralidade política, ideológica e religiosa” e determinando que os estudantes recebam a educação moral que esteja de acordo com as convicções de seus pais. Ele ainda proíbe a divulgação de manifestações, atos públicos e passeatas em sala de aula. Na prática, limita a liberdade de escolha dos professores daquela que consideram a melhor abordagem sobre determinado tema, prejudica a socialização de importantes conhecimentos acumulados pela humanidade, bem como a organização estudantil e sindical.

Giro secundarista é realizado em Joinville/SC

Mayara Colzani

pbjlleO estudante Pablo Bailoni, militante da Liberdade e Luta e estudante secundarista em Santos/SP, participou de um giro secundarista em Joinville/SC. A atividade “Lições das Escolas Ocupadas em São Paulo” reuniu vários estudantes de diversas escolas da cidade onde o Pablo além de falar de como foi sua experiência nas ocupações da baixada santista, trouxe uma análise sobre a atuação truculenta da Polícia Militar e das direções de escolas diante da luta dos estudantes secundaristas.

Lutar contra os ataques! Fora Temer e o Congresso Nacional!

Liberdade e Luta
llpaulista

No dia 11 de maio de 2016, o Brasil assistiu um "novo governo" emergir na situação política, um governo direto da burguesia e com objetivo de atacar mais profundamente o povo e a juventude.

Depois de ter assistido o circo de horrores da escória política burguesa no dia 17 de abril aprovando o impeachment, todos que se posicionaram contra esse processo sentem-se autorizados a derrubar esse governo ilegítimo. Isso inspira resistência. 

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